
Aos 15 anos de idade, Roberto Marques já
ministrava aulas de violão clássico na Faculdade de Música Palestrina.
A partir de seus estudos de violão erudito e popular, ele construiu uma
identidade musical onde as duas vertentes convivem com naturalidade. O
ambiente musical se relaciona de maneira muito natural com a poesia do
autor. Esta, por sua vez, é estruturada de maneira quase matemática, ao
propor jogos fonéticos, inversões de sentido, trocadilhos e
trava-línguas. O que poderia ser definido como uma ”percussão da
palavra”, cumprindo um interessante papel na condução do sentido
poético e funcionando como alicerce de sua música.
"O CD Solilóquios, Colóquios e Qüiproquós recebeu três indicações para o Prêmio Açorianos de Música 2008 como melhor disco, melhor compositor e melhor arranjo."